Os integralistas frente ao Estado Novo: euforia, decepção e subordinação

Gilberto Calil

Resumo


Este artigo problematiza a relação estabelecida pelos integralistas - em especial seu “Chefe”, Plínio Salgado – com Getúlio Vargas e o
Estado Novo, discutindo o apoio dos integralistas ao Golpe de 1937, a proibição de funcionamento da AIB, os levantes armados de 1938 e, especialmente, as reiteradas tentativas de reaproximação com Vargas empreendidas por Salgado entre 1939 e 1945, interpretadas como reveladoras de uma postura subordinada.

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